Esse é o álbum de estréia da banda Paramore, lançado em 2005, pela gravadora Fueled By Ramen. All we know is falling vendeu pouco mais de 50 mil cópias no primeiro ano de lançamento, mas as vendas aumentaram após a divulgação da banda e do disco. As faixas são:
O álbum consagrou Cyndi, sendo nomeado para seis grammys: álbum do ano, gravação do ano, melhor performance vocal pop feminino, canção do ano, melhor novo artista, melhor pacote de gravação. Venceu as duas últimas indicações e vendeu mais de 16 milhões de cópias no mundo todo.
Em 2003, entrou pra lista dos 500 maiores álbuns de todos os tempos, pela revista Rolling Stones.
A preferida, sem dúvida:
Girls Just Want to Have Fun (clássico)
Foi através do álbum Cyndi Lauper e Friends, (relíquia da casa da vovó), que eu conhecí Cyndi e cá entre nós, sou apaixonada até hoje, a voz, os cabelos, a atitude, fantástico.
I do not want what I haven't got é o segundo álbum da carreira da cantora Sinéad O' Connor. Lançado em 1990, o disco repercutiu em grande sucesso, sendo indicado para quatro grammy Awards em 1991. A curiosidade foi que a cantora se recusou a receber o prêmio que conquistou de "the best alternative music performance". Contém as seguintes canções:
Feel So different
I am Stretched on your grave
Three Babies
The emperor's new clothes
Black boys on mopeds
Nothing Compares 2 U
Jump in the river
You cause as much sorrow
The last day of our acquaintance
I do not want what I haven't got
Particularmente eu adoro esse disco e minha preferida é:
Álbum de estréia da renomada banda Metallica. Lançado em 1983, o disco já tem muita história pra contar, torna-se um clássico quando pensado como um marco na história do heavy metal. Origina-se de sons mais agressivos, tendo como influência bandas como Motorhead, Venom, Iron Maiden e Diamond Head. O disco vendeu mais de 3 milhões de cópias em seu lançamento. As faixas são:
Fallen é o álbum de estréia da banda de rock americana Evanescence. Lançado em 2003, pela wind-up records, a lista das canções conta com:
Going Under,
Bring me to Life,
Everybody's fool,
My immortal,
Hauted,
Tourniquet,
Imaginary,
Taking Over Me,
Hello,
My Last Breath,
Whisper.
Vendeu mais de 7 milhões de cópias nos EUA e mais 17 milhões em todo o mundo. O disco mais bem sucedido da banda, rendeu indicações ao grammy, vencendo com melhor novo artista e melhor performance hard rock, e claro, eu adoro.
A música em sua mais simples definição, se constitui numa das mais ricas e difundidas atividades culturais da sociedade atual, estando presente em situações de lazer, de pesquisa, de criação, de relacionamento social e até mesmo nas práticas terapêuticas. Porém, definir música é uma tarefa extremamente complicada, visto que a grosso modo, pode acabar por envolver a opinião do escritor sobre uma determinada música, tangendo-nos a um ponto de vista particular e restrito sobre o assunto. Cabe à nós apenas saber que é algo envolvente, não demonstrável, em constante mutação, que se atualiza a cada momento e dentro de suas práticas, é tida como uma das mais difundidas formas de expressão. Não se trata apenas de uma definição, para nós, músicos, é uma questão de compreensão, a partir da investigação de produções musicais específicas em momentos e ambientes específicos. Durante o século XX é possível perceber as mudanças nas produções e no significado da música dentro da sociedade. Uma dessas mudanças, se deve ao fato de antes, a música era produzida e consumida numa mesma determinada época. Quando voltamos ao enfoque contemporâneo, se inaugura uma nova postura, de que agora, vamos consumir músicas produzidas em outros tempos, outras épocas. Ao mesmo tempo que podemos escolher entre consumir música atual ou antiga, ainda nos vem em mente a grande variedade e acessibilidade de informação oferecida pela massa cultural. Surgem os meios de gravação no final do século XIX e desenvolve-se a industria fonográfica no decorrer do século XX. Agora, a música do passado poderia ser ouvida e apreciada, agora, as peças apresentadas nas salas de concertos, podem ser transformadas numa espécie de museu, onde ficam arquivadas músicas das mais variadas épocas. Atrelado a esse pensamento, surge também uma nova conduta, quando antes tínhamos que ir até o local da peça pra ouví-la, agora se torna quase onipresente, é possível, através do desenvolvimento tecnológico, levar a música consigo, pois agora ela está em todos os lugares. Ocorre então a vasta proliferação de discos no fenômeno mercado, e cada vez mais vamos perdendo a acuidade antes direcionada aos concertos, hoje é possível ser colecionador de várias produções, sem entender nada dos elementos musicais. No século XX ainda ocorre a separação explícita entre música erudita e popular, onde a primeira tenta manter seu status de criação artística diferenciada, cujo valor a colocaria acima de outras produções contemporâneas, a segunda é considerada como uma categoria inferior e degenerada e, sob esse ponto de vista, pensada a partir de texto, dança e lazer. De um outro extremo, temos a música erudita como desconectada de nosso tempo, sendo praticada por poucos, não cria identidade, nem encontra ressonância no gosto da maioria das pessoas. Temos para nós que a música produzida no século XX e a partir dele, torna-se cada vez mais particular em relação a produção, visto que cada um com seu gosto, tenta criar novos espelhos para explicitar o mundo através da música e isso faz com que cresça a riqueza de informações, mas não a genialidade das canções. É difícil compor a partir do erudito e talvez por isso, poucos o façam, visto que a grande massa popular, não saberia decifrar essa questão, então caímos no conformismo de somente acreditar na música popular como a mais conhecida e deixamos a criação de lado.
Dê a uma criança uma folha de papel em branco e você verá o quão incrível pode ser a imaginação dela. Agora dê outra folha de papel à mesma criança, mas dê também um lápis de escrever, uma caixa de lápis de colorir, tinta guache, uma tesoura, papéis coloridos, barbantes e tudo mais o que se possa ter e existir no mundo...
Eu gostaria que minha relação com esse blog seja exatamente igual, única diferença é que o papel é essa página que aqui escrevo, e todas as outras coisas possiveis de serem criadas e modificadas, estão a espera alí na Internet, só precisa ser procurado.
Gosto de música, gosto muito de música, e esse será meu enfoque principal aqui. Que tipo de música? Aquele que me agradar durante o tempo em que eu estiver navegando por aí... Não tratarei de falar de um estilo ou de outro, de uma banda ou outra, de um instrumento ou outro, falarei de música, de bandas, de instrumentos e de pessoas.
Gosto de tantas outras coisas que será impossível aqui tratar de todas, apenas das que mais me interessarem na semana, na hora, no momento. Serei eu, e quem me conhece sabe como sou e imagina como será essa minha parte no blog.
Agradeço à Tina por ter me convidado a participar com ela e espero que o que eu traga venha a somar pontos positivos ao seu blog, que agora posso dizer meu também.
Por hoje não irei trazer nada, apenas me apresento e falo coisinhas bonitinhas e agradáveis, talvez desagradáveis por serem "agradáveis" demais, mas estou pouco me importando com isso.
Essa semana volto com mais um pedaço de mim. Abraços
Eu gosto da frase, acho simples, sincera e direta. Vem de vários vídeos que eu andei vendo ultimamente com pequenos desabafos praticamente a cerca de tudo. E me inspirou pra começar finalmente a escrever neste blog. Sempre fui apaixonada por blogs, acho fofos na maioria das vezes, mas é legal ver o quão interessantes eles podem ser. Na verdade, eu não tenho a mínima idéia ainda do que farei com esse. Já tive vários, onde eu contava a minha vida, desabafava e por melhor que isso seja pra quem escreve, pra quem lê conota um ar sombrio, pelo menos com o meu antigo blog. Eu salvei todas as postagens no meu pc, por que eu gosto de ler depois, gosto de me analisar, ver o quanto eu mudei, o quanto todos mudam a toda hora, mas ainda não conseguí agregar neste blog minhas antigas resenhas. Sem me justificar demais e já o fazendo, eu ainda quero escrever, acho lindo quem sabe escrever e gosta disso. Sou apaixonada por artes, de todas as formas. Acho que a arte nada mais é, do que uma forma de expressão, seja dança, ritmo, desenho, escultura, música. Seja o que for, me dou muito bem nessa área. A música? Sempre em minha vida, a arte que eu mais cultivo, aquela que faz bem, eu não seria quem sou hoje sem ela, além de ter conhecido grandes amigos, eu conhecí o cara da minha vida, através da música. Eu sou acadêmica ainda e vocalista de uma banda de rock. Acho que isso tá bom pra começar.